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Saúde

 

Cuidar do seu cérebro é muito importante

Cuidar do cérebro é muito importante – Pressão Alta

Cuide do seu cérebro enquanto jovem.

Quando perguntar a um idoso quais são as doenças que mais o preocupam, quase com toda certeza que te responderá: perda de memória e pressão alta.
No entanto, acho que a pergunta certa para nós de 35 a 55 anos, seria: Você quer ser dependente dos seus familiares na velhice? Ou, você gostaria de ter uma velhice sem memória?

Conheça algumas dicas para manter seu seu cérebro ativo:

-Cuide de sua reserva cognitiva
-Cuide da sua alimentação
-Pratique atividade física
-Cuide melhor das suas emoções
-Interaja mais com amigos e familiares
-Durma, descanse em média 7 ou 8 horas por dia

 

Neste vídeo curto, o Dr. David Schlesinguer do Hospital Israelita Albert Einstein nos ajuda a compreender a relação entre pressão arterial e o cuidado com o nosso cérebro. Também mostra como são parecidas as atitudes a tomar para chegar a ter uma velhice com qualidade. Vale a pena é muito bom!

Assista ao Vídeo sobre Pressão Arterial e Cuidados com o Cérebro:

 

 

Imagem de Amostra do You Tube

 

 

 
Comer bem
Dormir bem

Confira os 6 alimentos para combater a insônia.

 

Ninguém merece passar a madrugada toda se revirando na cama. Quem sofre de insônia (estima-se que duas em cada dez pessoas no mundo!) sabe o tormento que é tentar descansar e o sono nunca aparecer. Que sufoco! O que pouca gente sabe é que, além de mudar alguns hábitos (como se exercitar com frequência e dormir sempre no mesmo horário, por exemplo), a alimentação pode ser uma grande aliada nessa batalha contra a insônia. É que existem alimentos que colaboram para a redução dos níveis dos hormônios ligados ao estresse e, consequentemente, podem a ajudá-la a dormir como um bebê. “Algumas frutas, amêndoas e carnes magras possuem nutrientes que colaboram para uma boa noite de sono”, afirma a nutricionista Bianca Giuliano, de São Paulo.

Outra dica é ficar atenta ao jantar. À noite, passe bem longe dos alimentos gordurosos e muito pesados. “Mas ir para a cama com fome também não ajuda em nada”, explica a médica Luciana Palombini, especialista em medicina do sono. O ideal é jantar três horas antes de se deitar e fazer um lanche leve antes de dormir, se a fome bater.

 

1 – Banana para espantar a irritação e relaxar

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O segredo da fruta é ser rica em triptofano. Essa substância ajuda o organismo a produzir serotonina, neurotransmissor que melhora o humor e provoca sensação de bem-estar. Você fica calminha, calminha.

 

2 – Laranja para diminuir o estresse

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A vitamina C presente nas frutas cítricas é auxiliar na redução dos níves de cortisol, hormônio que está relacionado ao estresse. Fique à vontade para trocar a laranja por abacaxi, acerola, kiwi…

 

3 – Peixe para controlar a ansiedade

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Carnes magras, principalmente peixe, contêm um aminoácido chamado taurina. Ele estimula a liberação de neurotransmissores que reduzem o estresse. “É comum encontrar essa substância em energéticos; então, as pessoas acham que é estimulante. Mas, na verdade, a taurina ajuda a controlar a ansiedade e a tensão”, explica a nutricionista Bianca.

 

4 – Espinafre contra o baixo-astral

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Além de ser outra fonte de taurina, a verdura é rica em ácido fólico, também conhecido como vitamina B9. Ela tem poder antidepressivo, o que colabora para uma boa noite de sono. Cereais integrais e outras verduras de folhas verde-escuras podem substituir o espinafre.

 

5 – Amêndoa para um sono profundo

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Também é uma fonte de triptofano, que aumenta a produção dos hormônios ligados ao bem-estar, e é rica em zinco, magnésio, cobre e ferro, minerais que combatem a insônia e promovem um sono restaurador. Taí uma ótima opção para lanchinho no meio da tarde.

 

6 – Maracujá para acalmar

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Além de ser rico em vitamina C, é um calmante natural. Quanto mais relaxada você estiver, melhor será sua noite de sono! Invista em sucos durante o dia e, antes de dormir, tome um chá bem quentinho. Dá uma sensação de conforto.

Reportagem: Daniela Frabasile / Edição: MdeMulher

 
Estilo de vida
Hábitos: Fumar, Café, Cigarro

Hábitos: Fumar, Café, Cigarro

Todos nós somos frutos de nossos hábitos e de nossas crenças. Em última instancia nossas crenças, nossa formação, educação, nos fazem repetir erros e acertos, criando ciclos que podem ser bons ou maus, dependendo do hábito em questão. Se somos todos frutos do meio em que vivemos fica claro que nosso meio nos ajuda a criar tais hábitos. Isso, por si só, demonstra o quanto é difícil se mudar um hábito, já que para um hábito se alterar precisamos ir de encontro as nossas crenças, nosso meio, muitas vezes contra nossos entes queridos que não compreendem o quanto um certo hábito pode estar sendo prejudicial e não ajudam, só atrapalham.

Um hábito é criado a partir de uma repetição de um procedimento. Uma coisa que fazemos repetidamente se torna um hábito simplesmente porque nos acostumamos a fazer essa mesma coisa sempre que a mesma situação se repete. Podemos dizer que um hábito tem um gatilho, ou seja, sempre que uma certa situação se repete, sempre que vemos o gatilho, disparamos o hábito. Isso significa que se conseguirmos identificar o gatilho conseguiremos entender o que nos faz repetir o ciclo. Então o primeiro passo para que possamos criar um hábito ou modificar um hábito ou ainda deixar de ter um hábito é identificar o gatilho.

Da mesma forma como um fumante costuma dizer que se toma um café (gatilho) tem vontade de fumar (hábito) podemos identificar um gatilho que nos faça ter, por exemplo, vontade de ir a academia, se exercitar. O que precisamos é buscar algo que se transforme num gatilho e que sempre que ele ocorra você pense: vou pra academia agora! O oposto também é verdade, se você é um fumante e sabe que o café dispara em você a vontade de fumar você pode tentar ir diminuindo os cafezinhos nos intervalos, evitando que a vontade de fumar apareça. No começo vai ser mais difícil, mas aos poucos você irá vencendo essa luta contra o cafezinho e automaticamente diminuirá o cigarro. Você verá que no início o simples fato de pensar no cafezinho irá lhe dar vontade de fumar. Isso é normal, aos poucos você pensará menos no cafezinho e, automaticamente, pensará menos no cigarro.

Não queira mudar no primeiro momento, o importante é que você, num primeiro momento, identifique o gatilho e comece a trabalhar com ele, diminuindo ou aumentando os momentos em que o gatilho acontece dependendo do seu objetivo. Se quer criar um hábito então procure sempre disparar o gatilho. Se quer se livrar de um hábito, então procure evitar o gatilho.

Comece pelos mais simples, pelo básico. Busque hábitos com o qual você não tem um problema muito grande, que seja mais fácil de alterar. Identifique o gatilho e trabalhe nele,  reduza ou aumente a quantidade de vezes que o gatilho dispara e comece a identificar como isso muda o seu comportamento. Veja o quanto isso te deixa incomodado. O grau de incomodo mostra o quanto será difícil alterar esse hábito. Algo que muito te incomoda será, certamente, mais difícil de mudar do que algo a que você não dá muita importância.

Comece a prestar atenção no seu comportamento nos momentos que antecedem o hábito e identifique o que é o gatilho pra você. Para facilitar vai uma dica: seu cérebro passa o tempo todo buscando criar hábitos para facilitar o seu dia-a-dia. Quando você tem um hábito você faz algo automaticamente. Quase sem pensar, seu cérebro coloca os hábitos numa área especial onde tudo o que precisa para que o hábito aconteça fica numa área que, uma vez disparado o gatilho, seu cérebro segue a rotina disparada pelo gatilho que acontece quase sem interação do cérebro, aliviando o seu cérebro para outras tarefas. Por isso ele passa o tempo todo tentando criar hábitos, criar procedimentos para criar o ciclo e dessa forma aliviar o seu cérebro para outras tarefas.

Mas isso por si só não cria ou acaba com o um hábito, falta um componente: a recompensa. A recompensa é a terceira parte do hábito. Sim, um hábito tem 3 partes: gatilho, ciclo e recompensa. Ali em cima falamos do gatilho, ciclo é o que você sempre pensou que fosse o hábito, e a recompensa é algo que acontece porque você repete o hábito para conseguir a recompensa. Então vamos entender: fazemos algo que dispara um gatilho e essa gatilho puxa um ciclo e nesse ciclo temos uma recompensa que nos faz ter vontade de repetir o ciclo sempre que o gatilho aparece.

O nosso cérebro lembra da recompensa no momento que acionamos o gatilho. Na verdade, disparamos o gatilho para ter a recompensa. Ou seja, é a recompensa que associa o gatilho ao hábito. Entendeu?

Bom, vou ficar por aqui, o post já vai ficando grande. No próximo post vou aprofundar esses conceitos e ao longo dos posts vamos aprender como identificar os gatilhos, os ciclos e as recompensas.

E os seus hábitos? São saudáveis? Você está feliz com eles? Pense nisso.

 

 

 
Pressão Alta
pressao

 

1. Medir a pressão – da perspectiva do paciente

Medir regularmente a pressão em casa é um hábito muito útil para ajudar nosso médico a identificar os valores reais da pressão, como os valores são obtidos na nossa residência considerasse que são mais próximos a realidade. Isto acontece porque muitos de nós sentimos um certo nervosismo quando o médico mede a nossa pressão e  os nervos aumentam a pressão falsamente, enquanto em casa isso não ocorre e podemos fazer a verificação mais relaxados.

O principal problema da hipertensão é que muitos não levamos a sério o tratamento, alguns não tomam os remédios adequadamente e a maioria se excede na alimentação e não faz exercício. Como a hipertensão é uma doença assintomática, não sentimos nada, nem passamos mal, nem sentimos a melhora que produz o remédio, a alimentação adequada ou o exercício, e consequentemente, tendemos a desistir e descuidar da saúde.

Ao realizar a AMPA (auto medida da pressão arterial) acompanhamos as variações de nossa pressão e podemos identificar quais são as situações do dia mais críticas, podendo nos preparar para evitá-las. Também podemos avaliar se o remédio esta sendo eficaz, e passamos a ter consciência do nosso estado, o que nós motiva para realizar as mudanças de hábitos necessárias e perceber os resultados positivos.

Para quem é hipertenso o hábito de medir a pressão em casa é uma necessidade. Alem do mais, com os equipamentos digitais é muito simples e nos proporciona total autonomia para realizar a medida sem depender de terceiros.

2. Medir a pressão – da perspectiva do médico

Muitos hipertensos apresentam os chamados “efeito do jaleco branco” e “hipertensão mascarada“. O primeiro tem uma prevalência de 20% e consiste em o paciente sofrer uma reação de alarme (ansiedade) quando o médico verifica sua pressão. Por esta causa a pressão sobe, e consequentemente, o médico acredita que a pressão é mais alta, correndo-se o risco de receitar uma medicação errada ou desnecessária. A hipertensão mascarada é o efeito contrario; O paciente se sente a tão a vontade na presença do médico que relaxa, e a pressão desce, podendo o médico não diagnosticar um possível quadro de hipertensão e não medicar ao paciente. Ainda existem poucos estudos de prevalência sobre a hipertensão mascarada que oscilam entre 8 e 12%.

Quando o paciente chega ao consultório com as medidas realizadas em casa anotadas corretamente o médico tem a possibilidade de comparar as medidas em casa e as realizadas na consulta. A Auto Medida da Pressão Arterial não tem valor prognóstico, no entanto, é uma importante fonte de informações que geram “suspeita” e permitem ao medico decidir investigar com mais profundidade.

A AMPA também permite uma avaliação a resposta do paciente ao tratamento anti-hipertensivo, melhora a adesão e reduz os custo.

Com a utilização de equipamentos “validados clinicamente”, cumprir as orientações básicas sobre como realizar a medida em casa e seguindo o procedimento nos dias e horários indicados pelo médico, o valor das medidas terá credibilidade para o médico.
Realizando uma analise rápida verificamos que quase no 30% dos casos o médico tem dificuldade em definir o valor correto da pressão arterial dos pacientes hipertensos, podendo assim errar nas decisões terapêuticas. A AMPA torna-se fundamental no diagnóstico da hipertensão e suas variações quando o 90% das decisões do médico baseiam-se na medida realizada na consulta.