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Comer bem

Você conhece Baru?

Você conhece a Castanha de Baru?

 

A Castanha de Baru é um fruto proveniente do baruzeiro, árvore nativa do cerrado brasileiro.

 

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Os benefícios dessa castanha são incontáveis. Entre esses benefícios, está a grande quantidade de ômega 6 e 9, grandes aliados do coração, que ajudam na prevenção à hipertensão. A semente, além de auxiliar no controle dos níveis de glicose e na redução da gordura abdominal, é um ótimo antioxidante.

Com o gosto agradável, parecido com o do Amendoim e da Castanha-do-Pará, possui uma grande quantidade de ferro, sendo assim, excelente para quem está com anemia.

 

Muito nutritiva, pode ser consumida de diversas formas, pouco ou muito calóricas. O consumo pode ser feito da forma mais simples (a Castanha simplesmente torrada) ou mais rebuscada, em doces, pães, barras de cereais, etc.

 

Rica em zinco, um mineral associado ao aumento da fertilidade, é também conhecida como “Viagra do Cerrado”. Além de ser rica também em triptofano, substância colaboradora na produção de serotonina.

É bom lembrar que sendo uma oleaginosa, assim como no caso da Castanha-do-Pará, o consumo exacerbado da semente pode atrapalhar a dieta e ser tóxico. Consuma com moderação!

 

Saiba mais: http://jeitosaudavel.files.wordpress.com/2014/03/wpri-1809-baru.jpg

 

 
Comer bem

Safra de julho

Vamos aproveitar o que há de melhor nesta época do ano?

 

As frutas, os legumes, as verduras e os pescados comprados em seu período de safra oferecem grandes vantagens para o consumo, tais como maior qualidade, maior oferta e menor preço. A quantidade de nutrientes é maior, pois o alimento é retirado do solo na época certa.

 

Usem e abusem desses alimentos!

 

JULHO

 

 

 

 

 
Pressão Alta

México, 1986. O Brasil disputa com a França, nos pênaltis, uma vaga para as semifinais da Copa do Mundo. Na casa de Maria Conceição Silva dos Reis, em Pontal, no interior de São Paulo, o clima é de tensão. Ela se ajoelha, acende velas, invoca todos os santos protetores. Levanta-se, vai ao quintal, não quer ouvir a narração na TV. Molha o rosto, que esquenta, parece que vai pegar fogo. “Eu estava a ponto de morrer. Pedi ao meu marido me levar imediatamente ao médico”. Na Santa Casa, o diagnóstico: estava à beira de um ataque cardíaco.

Que a Copa do Mundo deixa até o menor dos apaixonados por futebol com as emoções à flor da pele, isso qualquer um sabe. Mas o torcedor fanático precisa ter cautela. As chances de um infarto nos períodos de realização da Copa é maior do que em qualquer outra época do ano. É o que aponta uma pesquisa desenvolvida pela Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto (SP): o índice de pacientes infartados nessas épocas cresce de 4% a 8%.

 

A

 

 

Intitulado “Copa do Mundo de Futebol como Desencadeador de Eventos Cardiovasculares”, o estudo foi conduzido a partir da coleta, no DATASUS, o banco de dados do Sistema Único de Saúde (SUS), de casos atendidos em todos os prontos-socorros do país cujo Código Internacional de Doença (CID) sugere suspeita de infarto. “Consideramos o CID de diagnóstico de entrada dos pacientes nessas unidades entre os meses de maio e julho das quatro últimas Copas do Mundo [1998, 2002, 2006, 2010]“, explica o cardiologista Antonio Pazin Filho, orientador da pesquisa.

partir dessas informações, foram também analisados os diagnósticos finais destes pacientes, para saber se a suspeita de infarto se confirmava ou não. O resultado, segundo Pazin Filho, foi surpreendente. “Quando a pessoa procurava o pronto-socorro nos dias de jogos da Copa do Mundo, a chance de ter incidência de infarto aumentava de 4% a 8% em relação a dias comuns. Esse índice foi observado em todos os dias de jogos, mas era maior ainda quando havia jogos do Brasil.”

Apesar de a base de dados do SUS não disponibilizar idade, sexo ou histórico de doenças de cada paciente, o orientador acredita que infartos em eventos culturais, como a Copa, sejam mais comuns em pacientes que já têm propensão a doenças cardiovasculares. “Quando falamos em infarto, há vários fatores de risco que envolvem a sua ocorrência, como diabetes, pressão alta, tabagismo. Quando tratamos essas doenças, reduzimos o risco do paciente de vir a ter infartos. No entanto, não há como zerar os riscos, tampouco prever quando um infarto pode acontecer.”

 

ASA

No jogo do Brasil contra o México, Maria precisou tomar banho para se acalmar (Foto: Igor Savenhago/G1)

 

 

Pronto para disparar
A essa imprevisibilidade é dado o nome de “fator gatilho”, que, segundo Pazin Filho, compreende situações que podem desencadear um infarto. “Esse desencadeante faz com que aquela pessoa que já tenha fatores de risco desenvolva naquele momento a doença, o infarto em si. Uma pesquisa desenvolvida na Alemanha mostrou que emoções causadas por eventos podem ser fatores gatilho, dependendo da cultura de um povo e da importância que as pessoas dão a isso. O que quisemos fazer foi entender como isso acontecia no Brasil.”

 

Para o cardiologista, o resultado da pesquisa contribui para o desenvolvimento de medicamentos que minimizem esses efeitos e para preparar o sistema de saúde para um possível crescimento de casos de infarto durante as Copas do Mundo. Já para o paciente, a dica é prática. “É recomendável que procure um médico diante de qualquer sintoma que possa caracterizar o infarto, como dores no peito, pressão alta, sudorese fria, dor irradiando para braço ou pescoço. O torcedor não deve, em hipótese alguma, esperar acabar o jogo para procurar um médico.”

 

No caso de Maria Conceição, que hoje tem 64 anos e faz tratamento contra a pressão alta, quando chega a Copa do Mundo, a preocupação vem junto. “Além do medo que tenho do Brasil perder, fico apreensiva, achando que posso sofrer de novo, a qualquer momento, o que aconteceu em 1986. Toda Copa é um sofrimento”, resume a idosa.

 

Apesar disso, Maria está sempre ligada nos jogos da seleção brasileira. A cada lance, se agita, xinga o árbitro, contesta as substituições e pede pênalti a qualquer trombada na área. Quando sente que o organismo não vai bem, dá um tempo, sai para a cozinha, pega um café e volta. Mas, na partida contra o México, o segundo jogo da primeira fase da Copa 2014, no último dia 17 de junho, precisou dar uma pausa mais longa. “No meio da partida, decidi tomar banho, esfriar a cabeça. No fim das contas, penso que futebol é uma besteira, mas meu jeito de torcer é assim.”

 

Fonte: G1

 
Comer bem

Seguimos neste inverno desvendando os bastidores da alquimia por trás de um chocolate puro.

Você já ouviu falar em Serotonina?

Pois é, trata-se de um neurotransmissor que atua como regulador de sensações como fome, sono, humor, ritmo cardíaco entre outras.

Quando nossos níveis de concentração de Serotonina encontram-se deficitários, nos sentimos letárgicos, cansados, sem vontade para nada, com mau humor, sem apetite sexual e até com dificuldade para dormir… e ainda com fácil irritabilidade, dificuldade de concentração, e sensação de gula frequente.

Enfim todas aquelas sensações que nos impedem de cuidar do nosso corpo e saúde.

Daí culpamos o Stress, chamamos de depressão e até de TPM, pois associamos aos momentos em que a química corporal está desregulada e pensamos erroneamente, sermos impotentes de contribuir para o seu regulamento.

Para ajudar neste processo de forma pró-ativa e aumentar a produção de Serotonina, devemos procurar ingerir alimentos ricos em triptofano associado a prática de exercícios.

 

choco

 

 

Alguns desses alimentos seriam:

chocolate, num grau de pureza e concentração de massa de cacau elevada, bem como o vinho tinto , ingerido moderadamente, banana, cerais integrais e  até castanha do pará.

 

E daí vem a nossa sugestão deliciosa e rica de poderes neste inverno!

 

Procurar por um chocolate de alto grau de pureza e curti-lo puro ou numa receita que o valorize para oferecer momentos de sabor e contribuir para a funcionalidade de nosso organismo.

Foi a teobromina (composto alcaloíde similar à cafeína que estimula o cérebro e reduz a pressão sanguínea, presente fortemente no Cacau, como o próprio nome botânico da planta nos remete; Theobroma Cacau) e seus efeitos sob a produção de serotonina no organismo que além das sensações de bem estar, concederam ao chocolate a fama de alimento da felicidade, do amor, do aumento da libido e até conferiu-lhe posição entre os chamados eroticfoods (alimentos estimulantes)

 

Não parece uma proposta irrecusável?

Esta então lançado o desafio: Buscar um estado de ânimo e felicidade aliando prazer gastronômico e ainda cuidando do corpo e da mente, obtendo resultados diretos positivos para a saúde como o aumento das atividades cardiovasculares, e a redução da pressão através do equilíbrio químico do organismo como um todo.

 

Assim posicionados, é só chutar para gol!

E aproveitar a copa com saúde, animo e muita energia!

 

Por Mirian Rocha Pinkowski,

(chocolatier e cacaufevier)

 

Fonte de  pesquisa: (Dr. Arthur Frazão, dentre outros)